A respeito


Marina: ser feminino de 26 anos. Coisas muito boas, realmente muito boas, extremamente boas: Música Beatles, Blind Guardian, Ayreon, Angra, Tuatha de Danann, Dream Theater, Beethoven, Clair de Lune,etc... Livros Tolkien, Dolglas Adams, García Marquez, Umberto Eco, Érico Veríssimo, O Morro dos Ventos Uivantes, etc... Cinema Kevin Smith, Sociedade dos Poetas Mortos, O Nome da Rosa, Monty Python, Laranja Mecânica, etc... No mais... tocar piano, cantar, escrever, ler, ouvir, procurar o sentido da vida. A ordem oscila com o tempo, espaço e humor.

Da História


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O Ponto de Encontro 

dos Blogueiros do Brasil


Notas






Uma Nova Chance

A imagem que decora o fundo do meu blog está relacionada a um album conceitual lançado em 2004 pela banda/projeto Ayreon, de Arjen Lucassen. Por mais mórbido que essa imagem possa parecer, para mim ela tem um significado especial. Irei explicar...

The Human Equation, este é o nome do álbum que é composto por 20 músicas. É relatada a história de um homem (brilhantemente representado na voz de James Labrie, vocalista do Dream Theater) que sofre um acidente inexplicável em uma estrada erma, em um dia ensolarado. Após o acidente a personagem entra em coma e cada dia em que ele permanece nesse estado é contado em cada uma das músicas. Durante esse período, sua esposa (Marcela Bovio, Elfonia) e seu melhor amigo (Arjen Lucassen) o assistem com toda a atenção de pessoas que o amam verdadeiramente.

Enquanto o período de coma transcorre, ele se encontra com seus sentimentos mais presentes: Amor (Heather Findlay, Mostly Autumn), Razão (Eric Clayton, Saviour Machine), Medo (Mikael Åkerfeldt, Opeth), Ódio (Devin Townsend), Paixão (Irene Jansen, Karma), Agonia (Devon Graves, Dead Soul Tribe) e Orgulho (Magnus Ekwall, The Quill).

Logo que ocorre esse encontro, ele não sabe o que está se passando, como ele chegou até ali. Conforme o tempo passa, suas lembranças e seus traumas vão sendo esclarecidos e ele começa a perceber que sua vida estava de alguma maneira errada. Traumas de infância que incluiam um pai ausente e corrosivo, além dos problemas de relacionamento com as outras crianças, criatividade tolhida por um trabalho frustrante, deslealdade com o melhor amigo, desconfiança sobre a fidelidade da esposa, entre outras coisas, são os problemas discutidos por ele e seus sentimentos, que ora o ajudam ora o desgraçam. Tudo isso leva a crer que o acidente foi na verdade uma tentativa de suicídio.

Mas é durante o coma que ele percebe que ele não estava sozinho - havia pessoas que o amavam apesar dos problemas - e se a vida dele estava torta, cabia a ele tomar as rédeas dela e mudar, enfim fazê-la melhor.

É uma história muito bem escrita na forma de diálogos, com a música de um instrumental impecável e melodias tocantes. Não consegui não me apaixonar!

Capa

 


Aquela que redige: Lady Murphy às 17h19 [ ]



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Descanso

"Acordo assustada... com muita dor. Há muito tempo me sinto estranha. Sei que estou doente, com nódulos por todo corpo, mas nada me incomodava até agora. Levava minha vida normalmente:a mesma alimentação, as mesmas atividades, os mesmos afetos. Porém, agora, parece que tudo se esvanece e só resta essa dor insuportável. Saio lentamente em busca de ar. Lamento muito... talvez alguém ouça. Paro diante do gramado, olho o céu em busca de algum alívio e começo recordar os últimos dias. Alguns gestos de carinho que recebi, apesar do constante esquecimento a que fui relegada. Um passeio longo e cansativo, entretanto reconfortante. Lembro também de tempos mais remotos. Da companheira que perdi, da outra companheira que ganhei, apesar da pouca afinidade, das crianças que surgiram para roubar a atenção que antes era em grande parte voltada para mim, do amor dos meus senhorios... A dor vem mais forte agora. Não posso suportar... Vejo as árvores, o gramado, o céu sumindo. Em uma lenta queda não sinto mais a dor, sinto apenas o alívio que vem chegando..."

Tina (in memorian)

1995

22/04/2005

 


Aquela que redige: Lady Murphy às 19h29 [ ]



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Da intolerância... ainda...

Escrevi outro dia sobre a intolerância e, pelo visto, nenhum outro assunto entrou em pauta na minha pobre cabecinha. Mas esse é um tema que está em voga. Ontem ocorreu um fato bem interessante.
Um jogador argentino foi prso por ofender um jogador brasileiro negro, em campo, chamando-o de "macaco". Um ato explícito de racismo! E também foi um ato de civilidade o que ocorreu depois: o jogador racista foi preso.
Enfim, a sociedade começa abominar esse tipo de atitude, ainda que a intolerância esteja embutida, de certa forma, na vida do ser humano comum. E qualquer ação que seja feita no sentido de eliminar esse mal já é válida: como midida paliativa (sim... apenas paliativa infelizmente, por ser pequena) e, principalmente, como exemplo a ser seguido.



OBS: Essa imagem cacei na internet. É de um livro infantil: "Un Cuervo Diferente".
Aquela que redige: Lady Murphy às 09h44 [ ]



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Êta vida confusa!
Aquela que redige: Lady Murphy às 07h57 [ ]



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