A respeito


Marina: ser feminino de 26 anos. Coisas muito boas, realmente muito boas, extremamente boas: Música Beatles, Blind Guardian, Ayreon, Angra, Tuatha de Danann, Dream Theater, Beethoven, Clair de Lune,etc... Livros Tolkien, Dolglas Adams, García Marquez, Umberto Eco, Érico Veríssimo, O Morro dos Ventos Uivantes, etc... Cinema Kevin Smith, Sociedade dos Poetas Mortos, O Nome da Rosa, Monty Python, Laranja Mecânica, etc... No mais... tocar piano, cantar, escrever, ler, ouvir, procurar o sentido da vida. A ordem oscila com o tempo, espaço e humor.

Da História


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O Ponto de Encontro 

dos Blogueiros do Brasil


Notas






Quem são nossos vizinhos? - Parte I

Na América do Sul existem 13 países. Geralmente, temos notícias dele através da mídia, com a exceção de três deles. Será que você sabe a quais estou me referindo(1)? Não... muito provavelmente, não. Afinal, eles são tão
ignorados na mídia, no âmbito econômico, cultura e social, que fica difícil lembrar, mesmo.


Então, tente visualizar aquele mapa da América do Sul que tínhamos nos livros de geografia do ginásio, quando o(a) professor(a) exigia que decorássemos todos os países e suas respectivas capitais. É bem provável que você tenha tido seus primeiro e último contatos com esses nomes nessa época(2). Enfim... estou falando da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa.


Um dia qualquer me lembrei desses países e fiquei intrigada. Afinal, se fazemos fronteira, porque quase nunca ouvimos falar deles? Porque tanta indiferença? Fui pesquisar...


Descobri o básico. Aquele tipo de informação que são obrigatórias para a descrição de uma país: aspectos geográficos, políticos, sociais, econômicos e culturais (não tão bem colocados), mas que não deixam de ser interessantes por isso. Como, por exemplo, que existe uma imensa colônia indiana naquela região... coisas do tipo que não passariam pela minha cabeça. Confesso também que tive dificuldade prá pesquisar mais sobre eles: a Guiana Francesa, por ter o francês como idioma oficial e não ser independente, o Suriname, por ter o holandês como idioma oficial, e sobre a Guiana, por ter poucas informações a respeito, mesmo.


Segundo fonte segura(3), existem mais países filiados à Fifa que países membros da ONU. Contrariando a ordem normal de uma pesquisa séria, visitei antes ao site da FIFA para saber se as Guianas estavam filiadas à ela. Não... não estão! Todos os demais da América do Sul estão. Não é à toa que nunca as vi em eliminatórias da
Copa (inclusive, essa era uma das minhas indagações quando me lembrei de suas existências). Depois visitei o site da ONU. Ufa... estavam lá... pelo menos. E cheguei à seguinte conclusão: são pouco conhecidos, como dezenas de outros países pelo mundo (cuja a existência nem imagino ou apenas li o nome em algum mapa), por
serem pequenos, com economia precária (que novidade... como se a maioria tivesse economia forte), politicamente irrelevantes, e... por não fazerem parte da FIFA (tá bom, vai... isso não é motivo).


E cheguei à conclusão também que eles estão na minha lista de prioridades de países que quero conhecer. Afinal, não é qualquer país que, em tão pouco espaço, tem tanta mistura cultural. E, sendo tão desconhecidos, devem ter muitas surpresas guardadas para qualquer um que tenha vontade de conhecer mais sobre qualquer coisa.




A propósito, estou iniciando a campanha "Seja amigo das Guianas", com o propósito de aumentar a popularidade desses nossos vizinhos desconhecidos. Aguardem as novidades!


(1) Ju, você sabe... mas não vale...
(2) Já fazendo uma reparação: posso estar enganada. Moro no
Sudeste... Acredito que o pessoal do Norte tenha mais contato com esses
países.
(3) Acrizzi






Aquela que redige: Lady Murphy às 19h58 [ ]



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Intensidade

Sou intensa. Quando o que está em jogo é algo que gosto muito, sou intensa. Me apaixono, penso e vivo o objeto de desejo o dia todo por muitos dias. E também é verdade que sou efêmera. O que não significa que deixo de gostar ou esqueço daquilo que me fez apaixonar. Essa paixão se transforma em amor, mais regrado, mais sereno e, por vezes, fica acondicionado em algum cantinho de mim... e, por vezes, volta a se tornar paixão avassaladora mais uma vez... e assim por diante...


Foi e é assim quase sempre!


Quando li o primeiro livro de Tolkien, seguiu-se uma enxurrada, até que já tinha lido todos o livros traduzidos, depois esperei ansiosamente o lançamento de cada filme, participava de listas de discussão sobre suas obras, relia os livros, reassistia aos filmes, conheci o Blind Guardian (outra paixão) por sua causa, até que a paixão serenou...


Quando ouvi e prestei atenção na música Wuthering Heights, outra enxurrada. Peguei várias versões, cantei, li o livro em que foi inspirada, assisti 4 versões cinematográficas da história e a paixão serenou...


Quando ouvi Ayreon pela primeira vez, através do disco The Human Equation, mais enxurrada. A história me fascinou, até blog com esse tema fiz; praticamente decorei todas as músicas, baixei todos os discos e a paixão serenou... (se bem que ela voltou agora: o Virtuayreon me instigou!)


Quando ouvi o Fantasma da Ópera: enxurrada. Vi o musical, assisti o filme, li o livro, ouço as músicas e a paixão está serenando...


Quando li Douglas Adams: enxurrada. Já li os quatro traduzidos, vi o filme baseado na história, discuto frequentemente sobre a Vida o Universo e Tudo o mais, sobre o Marvin, sobre o 42 e a paixão ainda não serenou...


Quando assisti Monty Python pela primeira vez: a enxurrada demorou um pouco. Adorei a princípio, mas não fui atrás. Depois... assisti os filmes várias vezes, os episódios da TV, baixei as músicas, estou baixando mais episódios e a paixão continua...


Quando comecei ouvir Beatles: enxurrada atrás de enxurrada. Anthology, discografia, cantei muitas músicas, gravei algumas, tudo mais que um dedicado fã pode fazer e a paixão vai e vem sempre: quase nunca se acalma...


E assim, continuamente: meus trabalhos manuais (ponto cruz, caixas e outros por aí), música (piano, flauta, canto, bandas, músicas, álbuns), livros, filmes, fotografia (que é uma das paixões do momento)...


A mais recente é o álbum Scenes From a Memory, do Dream Theater (aliás a banda é minha paixão mais recente). Outra história fascinante, com uma temática "levemente" espírita. Interpretei toda a estória e fui atrás de suas inspirações. Uma delas é um filme do Kenneth Branagh, Voltar a Morrer. É bom. Mas o álbum é muito melhor!


Sinceramente? Gosto muito de ser assim! Pode faltar um pouco do equilíbrio, mas sobram alegrias, ótimos momentos e grandes viagens.






Aquela que redige: Lady Murphy às 00h14 [ ]



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Dias de Murphy I

Toda Lady Murphy que se preze deve ter seus momentos de improbabilidade infinita. Aqueles em que, qualquer pessoa que observar irá dizer: "Mas é lógico que tinha que acontecer com ela!!!". Afinal, existe um título a ser zelado. Nesses momentos, faço a única coisa que me é permitida e que sou capaz: rir. Prá que reclamar?


Por que estou falando disso?


Ontem, meu querido irmãozinho, com sua mão leve, fez o favor de quebrar a maçaneta da porta do banheiro. Hoje, fui ao banheiro por apenas um ínfimo instante, para lavar as mãos antes do jantar. Eis que, de repente, uma rajada de vento fecha a porta. Conclusão: fiquei presa! O que fiz? Ri! E depois? Desmontei a maçaneta... nada... desmontei a fechadura... nada... me restou desmontar a porta e tirá-la do lugar.


Pela segunda vez, fiquei presa no mesmo banheiro. Mas na primeira vez, eu deveria ter uns 4 anos e, naquela época eu ainda não sabia o que fazer: rir e resolver o problema. Só me restou esperar meu pai resolver por mim... quietinha, guardada lá no canto do banheiro.


Para provar:





Aquela que redige: Lady Murphy às 21h26 [ ]



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