A respeito


Marina: ser feminino de 26 anos. Coisas muito boas, realmente muito boas, extremamente boas: Música Beatles, Blind Guardian, Ayreon, Angra, Tuatha de Danann, Dream Theater, Beethoven, Clair de Lune,etc... Livros Tolkien, Dolglas Adams, García Marquez, Umberto Eco, Érico Veríssimo, O Morro dos Ventos Uivantes, etc... Cinema Kevin Smith, Sociedade dos Poetas Mortos, O Nome da Rosa, Monty Python, Laranja Mecânica, etc... No mais... tocar piano, cantar, escrever, ler, ouvir, procurar o sentido da vida. A ordem oscila com o tempo, espaço e humor.

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Notas






Minhas (im)possibilidades

É...

Maldito seja o dia que inventaram para mim o epíteto Lady Murphy!

Vamos às minhas possibilidades, considerando o que foi feito até hoje:

P1) Ser classificada no concurso da Petrobrás entre os 100 primeiros (considerando logicamente que 100 candidatos serão chamados para compor a primeira turma), passar em todos os testes biopsicossocias (não aceito a possibilidade de ser reprovada em nenhum deles!!!), ir, toda faceira, para o Rio de Janeiro fazer o curso e receber uma merreca para me instalar em algum muquifo qualquer. Talvez seja mais interessante e barato alugar um barraco no morro mais próximo à Universidade Petrobrás.
P2) Ser classificada no concurso da Petrobrás, mas não entre os 100 primeiros e esperar que me chamem em uma próxima turma, sabe-se lá quando.
P3) Ser classificada no concurso da Petrobrás, mas não entre os 100 primeiros e ficar a ver navios, como aconteceu no último concurso da maior empresa do país (produtora de algo não-abstrato; por abstrato leia-se juros).
P4) Não ser classificada no concurso da Petrobrás.
P5) Passar no concurso do IBGE.
P6) Ficar em 3º lugar no concurso do IBGE e passar raiva, como de praxe.
P7) Ficar em posição menor no concurso do IBGE.


Agora, vamos aos fatos ocorridos nos últimos anos (o que não conta logicamente apenas com o fator Murphy; uma questão que eu, você e a psicóloga já sabemos):

A) Não ter feito estágio.
B) Não ter conseguido emprego.
C) Não ter sido suficientemente bem classificada no concurso de 2004 da Petrobrás.
D) Não ter nenhum currículo que foi enviado ultimamente respondido pelos recrutadores, nem contando com a boa educação que eles deveriam ter.
E) Não ter sido suficientemente bem classificada na Transpetro, apesar de ser uma ótima classificassão, no meu ponto de vista.
F) Ter feito uma prova de concurso organizada pela incompetente Cesgranrio, após meses de estudo e após a aposta das últimas fichas neste concurso tão esperado.


Tendo como base essas possibilidades já existentes e os fatos já ocorridos nos últimos anos, vamos aos possíveis caminhos a serem percorridos no futuro próximo:

i) Ocorre P1 e eu vou para a Cidade Maravilhosa com o dinheirinho contado. Data indefinida.
ii) Ocorre P2 e P5. Trabalho por um tempo naquela cidade do interior de São Paulo de nome comprido e chato de falar e depois me desloco para a Cidade Maravilhosa com o dinheirinho contado e em data indefinida.
iii) Ocorre P2 e P6 ou P7. Continuo mandando currículos e procurando outros concursos para prestar (levando em consideração que com uma dessas duas ações eu venha a ter sucesso) e depois me desloco para a Cidade Maravilhosa com o dinheirinho contado e em data indefinida.
iv) Ocorre P3 ou P4 e P5. Trabalho por um tempo naquela cidade do interior de São Paulo de nome comprido e chato de falar e continuo mandando currículos e procurando outros concursos para prestar (levando em consideração que com uma dessas duas ações eu venha a ter sucesso).
v) Ocorre P3 ou P4 e P6 ou P7. Continuo mandando currículos e procurando outros concursos para prestar (levando em consideração que com uma dessas duas ações eu venha a ter sucesso).
vi) Ocorre P3 ou P4 e P6 ou P7. Mudo minha vida de rumo de alguma maneira.


Esses são possíveis caminhos a serem seguidos. Levando em consideração o fator Murphy, que tem um peso aproximadamente igual a 0,95 (numa escala de 0 a 1) na vida desta que lhe redige, esses serão os possíveis e talvez prováveis fatos que venham a ocorrer:

- devido à incompetência da Cesgranrio (e não à minha, pois tenho plena consciência das minhas possibilidades nesse concurso se ele fosse sério), não conseguir a classificação suficiente para ser chamada ou para passar.
- recursos serem pedidos e aceitos e isso piorar minha situação (felizmente, tenho fortes motivos para acreditar que eles irão me ajudar, já que várias das questões as quais pediram recurso, eu havia errado... errado segundo o gabarito e não segundo meus conhecimentos de engenharia química e português).
- ficar em 3º lugar no IBGE, apenas para poder sentir mais raiva.
- mandar currículos incessantemente para não serem respondidos.
- prestar outros concursos e continuar morrendo na praia.
- ficar cada vez mais confusa.



E agora? O que fazer?

1 - Ligar a máquina de improbabilidade infinita do Coração de Ouro para aumentar minhas chances de sucesso?
2 - Ir para a Mansão Wayne comer a Tia do Batima, fazer uma suruba e me divertir para esquecer?
3 - Fazer como dizem os religiosos cristãos: segura na mão de Deus e vai?
4 - Deprimir?
5 - Ou ainda, parar de reclamar, mexer a bunda gorda daqui e tomar uma atitude pró-ativa (como dizem os idiotas)?


Sou obrigada a aceitar a última opção. Acredito que seja a mais correta e que dará mais resultados. O problema é ter que concordar com os idiotas...



... momento desabafo... perdão



Aquela que redige: Lady Murphy às 12h03 [ ]



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